BOTÃO –
Estou caminhando pelo estacionamento da faculdade quando vejo um botão. Um botão simples, branco, comum, com quatro orifícios. Um botão de camisa. Lembrei quando eu preguei um botão pela primeira vez. Estávamos casados de pouco e usei tanta linha que acredito que quase amalgamei o botão ao tecido. Ganhei uma máquina de costura do Papai Noel quando eu tinha uns seis anos e só consegui costurar meu dedo com ela. Então, pregar um botão foi uma conquista.
Continuei caminhando e rindo quando olhei para cima. Uma árvore, um boungainville, repleta de flores rosas e lilás. Parei para fazer uma foto. Não refletiu a beleza da cena.
As cores vivas ficaram meio apagadinhas na foto. O balançar das folhas com o vento não foi registrado. Só tive a vontade de prender aquele momento de paz em meu coração através da foto daquelas flores.
Entre o botão e as flores, muita coisa aconteceu. Assim como no intervalo entre olhar o chão e céu.
Pequenos detalhes.
Grandes milagres.
Vida que segue.
Bárbara Seabra – Cirurgiã-dentista, autora de “O diário de uma gordinha” e Escritora
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