Edifício-sede do Banco Central no Setor Bancário Norte, em lote doado pela Prefeitura de Brasília, em outubro de 1967

O Banco Central informou nesta terça-feira (31) que as contas do setor público consolidado registraram déficit de R$ 10,3 bilhões em julho. O valor abrange governo, estados, municípios e estatais.

Quando o resultado é de déficit, significa que no período as despesas superaram a arrecadação com impostos. Se as receitas superam as despesas, o resultado é de superávit.

O resultado divulgado nesta terça representa melhora em relação ao resultado de junho, quando o déficit foi de R$ 65,5 bilhões, e também em relação a julho de 2020, quando o déficit foi de R$ 81,1 bilhões.

De acordo com o Banco Central, em julho foram registrados os seguintes resultados:

  • governo federal: déficit de R$ 16,8 bilhões;
  • empresas estatais: déficit de R$ 789 milhões;
  • estados e municípios: superávit de R$ 7,3 bilhões.

 

Segundo o Banco Central, no acumulado no ano, o setor público consolidado registra déficit de R$ 15,5 bilhões. No mesmo período de 2020, o déficit acumulado era de R$ 483,8 bilhões, de acordo com o BC.

Dívida x PIB

Ainda conforme o comunicado divulgado nesta terça-feira pelo Banco Central, a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) chegou a R$ 4,89 trilhões em julho, o equivalente a 60,3% do Produto Interno Bruno (PIB).

Para o Banco Central, o resultado refletiu os impactos:

  • do crescimento do PIB nominal (redução de 0,7 ponto percentual);
  • da desvalorização cambial de 2,4% no mês;
  • dos juros nominais apropriados (aumento de 0,6 ponto percentual);
  • e do déficit primário (aumento de 0,1 ponto percentual).

 

 

 

 

Fonte: G1

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