Há 'fortes indícios' de que zika vírus, transmitidos por mosquitos Aedes aegypti, tenha correção com aumento de casos de síndrome de Guillain-Barré  (Foto: AFP Photo/Patrice Coppee)

Hoje (3) o grupo Google informou que seus engenheiros estão trabalhando em parceria com a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) para analisar dados e mapear a disseminação do vírus da zika. A ideia é tentar antecipar o espalhamento da doença, associada a casos de microcefalia.

A Alphabet (nome que a controladora do grupo adotou em 2015) afirma que está bancando um projeto de US$ 1 milhão para ajudar voluntários em campo, sobretudo na América Latina. A empresa afirma que também está atualizando seus produtos para deixar informação sobre o zika mais acessível.

O Google afirma que uma equipe de engenheiros, projetistas e cientistas de dados estão ajudando a Unicef a produzir uma plataforma para processar dados de diferentes fontes, incluindo padrões meteorológicos e de viagens, para tentar visualizar potenciais surtos.

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